Servidores! muitas bombas no resumo da semana
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Reforma sem data vira destaque no resumo da semana

Com as polêmicas geradas pela fala de Guedes, consequências começam a aparecer. Com isto o governo não tem mais uma data para envio da PEC da reforma administrativa.

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Maia quer aprovar reforma até junho

Em um evento nesta segunda (10/02) o presidente da câmara Rodrigo Maia afirmou que espera aprovar a reforma administrativa ainda este semestre. No entanto, Maia ainda indagou que as discussões sobre a reforma tributaria podem ser bem maiores que administrativa, pois o projeto já está no congresso.

Maia continuou dizendo “Claro que todos os sistemas onde a gente tem distorções eles estão beneficiando alguém e prejudicando milhões. Não é diferente nem no administrativo nem no tributário.”.

Maia ainda fez algumas considerações sobre o assunto, já que desde o ano passado, este vem cobrando a reforma ao governo.

“O fato da reforma administrativa tratar apenas dos novos servidores vai ajudar a diminuir os conflitos e ajuda na tramitação, para que a gente possa concentrar nossos esforços na reforma tributária” afirmou Rodrigo Maia.

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Guedes: Câmara e servidores exigem explicações sobre “parasita”

No dia  07/02 a fala do ministro Paulo Guedes chamando os servidores de “parasitas” gerou muitas polêmicas. Com isto as consequências deste ato já estão começando a aparecer.

O conselho de ética da presidência da republica foi acionado por alguns servidores, exigindo uma justificativa para  atitude de Guedes. Contudo, o caso gerou muita repercussão fazendo com que alguns parlamentares colocassem em pauta a convocação do ministro para maiores explicações.

Toda a polêmica começou quando o ministro iniciou sua defesa sobre a reforma administrativa e acabou utilizando o termo “parasita” em sua fala. O ministro chegou a emitir uma nota esclarecendo os fatos, mas isso não impediu que ações contra o ministro fossem iniciadas.

Confira a matéria na integra aqui.

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Governo tenta manobra sobre reforma, mas Maia impede.

Ao tentar uma manobra para “acelerar” a tramitação da reforma no congresso, o governo acabou sendo barrado pelo presidente da câmara Rodrigo Maia. O recado dado por Maia foi que o congresso só irá analisar a reforma se o executivo enviar o texto base.

O possível recuo do governo, de acordo com alguns interlocutores está sendo motivado pela polêmica gerada com a fala de Guedes em 07/02. Outro motivo seria a percepção de um desinteresse parlamentar em colocar este assunto em pauta neste momento, logo após o desgaste da reforma da previdência.

Em busca de reduzir a rejeição por parte dos servidores, o atual presidente chegou a afirmar que a reforma administrativa afetará principalmente os novos servidores.  Contudo, os parlamentares afirmam que precisam analisar com cuidado os impactos que a reforma pode causar.

De acordo com o governo, o texto está sendo finalizado com as regras que serão aplicadas no funcionalismo e será enviado após o carnaval. Porem, o intuito neste momento é que as questões mais polêmicas como o fim da estabilidade sejam apenas para os novos servidores.

Confira a matéria na integra aqui.

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Reforma está definitivamente sem data de envio

Com o ambiente político estremecido, com os últimos pronunciamentos de Guedes a PEC da reforma administrativa está sem dada para ser enviada. A previsão que era para o fim desta semana, passou para após o carnaval e neste momento não possui mais data.

Por conta das falas polêmicas de Guedes, o funcionalismo que já se mostrava contra o projeto ganhou força e a reação frente ao caso foi irrefutável. A instrução dada ao palácio do planalto é que nenhuma data de envio seja definida, como detalhes do reforma não devem ser apresentados.

Em meio ao clima tenso, alguns governistas estão cogitando o não envio da reforma ao congresso, passando a bola para os parlamentares. Contudo, já houve uma tentativa parecida esta semana que foi barrada por Maia.

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