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Reforma administrativa para servidor em 2023 é certa com Lula ou Bolsonaro

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Após mais de cinco anos sem reajuste de salários, a reforma está no radar dos dois candidatos à Presidência da República.

Os dois candidatos à Presidência da República que lideram as pesquisas pretendem fazer mudanças nas regras do funcionalismo público federal.

Luis Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer uma reforma administrativa e em discurso na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), afirmou: “Eu acho que nós vamos ter que fazer uma reforma administrativa sim. É preciso, você tem pouca gente ganhando muito e tem muita gente ganhando muito pouco”.

Jair Bolsonaro (PL), promete reestruturar as carreiras e tenta ganhar a confiança dos servidores após tentativas fracassadas de reforma e de passar o mandato sem conceder reajuste ao funcionalismo público.

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Desde janeiro, os servidores negociam um aumento de 19,99% com o governo atual.

Há carreiras que estão sem recomposição desde 2017 e o grupo argumenta que a defasagem de salários em relação à inflação do período chega a 33%.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 reserva R$ 11,7 bilhões para recompor na remuneração dos servidores e o governo tem até 31 de agosto para encaminhar uma proposta de Lei Orçamentária Anual ao Congresso Nacional.

O país conta com 12 milhões de servidores públicos e é essencial que o governo garanta reajuste salarial e diminua a discrepância entre as remunerações, como defende o ex-secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Francisco Gaetani: “Precisarmos garantir um conforto jurídico para que estados e municípios tenham equiparação salarial”.

Uma reforma deve aprimorar transparência, rever o orçamento direcionado para o funcionalismo e a equiparação salarial, acrescenta.

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