Reforma está nas mãos do presidente
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Reforma está nas mãos do presidente

A reforma administrativa foi entregue ao presidente para os últimos ajustes. No entanto, concursos continuarão travados até aprovação da reforma.

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O texto da reforma administrativa foi entregue ao atual presidente para ser feita uma última analise e possíveis modificações. Este reafirmou que as novas regras não atingirão os servidores atuais e que o texto da reforma já se encontra em fase final.

“Estamos na iminência de mandar a reforma administrativa. Não vai atingir os já servidores. Não será mexido em nada no tocante a eles. A reforma está intimando, né? Sempre tem um pequeno acerto a mais para fazer […]”, ressaltou o presidente.

Este continuou dizendo: “Espero que esta semana nasça essa criança aí, que está demorando muito para nascer. Tá parecendo filhote de elefante, né? Dois anos de gestação de elefante”.

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Reforma está madura para envio

Bolsonaro disse ainda que, conversaria nesta semana com Paulo Guedes “Outros assuntos serão tratados. Eu acho que a reforma administrativa está madura para ser apresentada. O que eu tenho falado para ele: a guerra da informação” reforçou.

“Espero que a gente mande a proposta disso aí, faltam algumas alterações ainda. Daí vira manchete: ‘Servidor perde estabilidade’. Jogar todos os servidores contra mim. Essa questão da estabilidade é daqui para frente, mas sabe como funciona a manchete dos jornais” afirmou.

Reforma administrativa VS. travamento de concursos

Nesta semana, foi divulgado que os concursos públicos seriam congelados, sendo liberados somente aqueles de extrema necessidade. Diante disto, o presidente também se pronunciou sobre o assunto.

“Não é travar (concurso público). É um peso muito grande o serviço público no Brasil. Vocês devem se lembrar da promulgação da Constituinte, a quantidade de trens da alegria, isso inchou os quadros. Se não fizer algo, atuais servidores vão ficar sem receber lá na frente. Então, não é travar. Concursos públicos, só os essenciais, essa que é a ideia”, reforçou.

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Bolsonaro continuou dizendo: “Tem concursos que foram feitos no passado, que nós demos prosseguimento agora: Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal. Se tiver necessidade, a gente vai abrir concurso, mas não podemos ser irresponsáveis e abrirmos concursos que poderão ser desnecessários”.

Estratégia para aprovação da PEC

O processo de não abrir novos concursos faz parte de uma estratégia do governo, pois com o “estrangulamento” do serviço público os servidores acabarão cedendo à reforma.

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De acordo com a estimativa do governo, os números de servidores que entrarão com o pedido de aposentadoria nos próximos anos irão aumentar em 21% até 2024. Com isto a quantidade de ativos diminuirá obtendo a necessidade de novos concursos, que só ocorreram com a aprovação da reforma.

Mas e você o que pensa sobre esta estratégia do governo para aprovar a reforma administrativa? Deixe seu comentário, pois queremos saber sua opinião.

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