Home / Geral / Maia defende a não inclusão de Servidores atuais na reforma administrativa

Maia defende a não inclusão de Servidores atuais na reforma administrativa

[us_separator size=”small”]
[us_image image=”11876″ size=”full” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseucreditonoclick.com.br%2Fsiape%2Fcalculadora%2F%3F%26utm_medium%3Demprestimo_banner%26utm_source%3DBannerBlog%26utm_campaign%3Dblog_do_sr_siape%26utm_content%3D900x200_blog_emprestimo||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-sm vc_hidden-xs”][us_image image=”11879″ size=”medium” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseucreditonoclick.com.br%2Fsiape%2Fcalculadora%2F%3F%26utm_medium%3Demprestimo_banner%26utm_source%3DBannerBlog%26utm_campaign%3Dblog_do_sr_siape%26utm_content%3D500x500_blog_emprestimo||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-md vc_hidden-lg”][us_separator size=”small”][us_separator size=”small”]

A inclusão dos atuais servidores e dos membros de poder na reforma administrativa promete gerar fortes embates entre o governo e o Legislativo. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, vem defendendo a não inclusão dos servidores antigos para evitar a judicialização.

O coordenador da Frente Parlamentar da Reforma Administrativa, deputado federal Tiago Mitraud não concorda com a posição de Maia e diz que a articulação no Congresso terá foco em modificar as regras que criam distorções e ressaltam privilégios de algumas carreiras, como as férias de 60 dias dos servidores da Justiça e do Ministério Público.

“Eu imagino que o Maia está falando de pontos como estabilidade e o direito jurídico. Nós defendemos a inclusão dos servidores atuais na parte da distorção dos privilégios, como as férias de 60 dias e a aposentadoria compulsória como punição, não acho que faz sentido deixá-los de fora. A proibição da progressão automática também deve incluí-los porque não existe expectativa de direito adquirido” , explicou o mesmo.

O professor de Direito Administrativo do Ibmec, Rafael Oliveira, avalia como equivocada a proposta do governo que exclui os membros de Poder e os atuais servidores.

 

“Não há qualquer impedimento para o Executivo alterar regras constitucionais dessas carreiras de poder por meio de Emenda Constitucional, ao contrário do que acontece com as regras ordinárias.”

[us_image image=”11729″ size=”full” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseuseguronoclick.com.br%2Fseguros%2Fodonto%2F%3F%26utm_medium%3Dseguro_amil_banner&utm_source=BannerBlog&utm_campaign=blog_do_sr_siape&utm_content=900x200_blog_seguro_amil||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-sm vc_hidden-xs”][us_image image=”11561″ size=”medium” onclick=”custom_link” link=”url:https://seuseguronoclick.com.br/seguros/odonto/?&utm_medium=seguro_amil_banner&utm_source=BannerBlog&utm_campaign=blog_do_sr_siape&utm_content=900x200_blog_seguro_amil||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-md vc_hidden-lg”][us_separator size=”small”]

Oliveira comentou que regras de transição poderiam ser criadas para os atuais servidores, a exemplo do que ocorreu com a reforma da Previdência:

“O STF (Supremo Tribunal Federal) diz que não há direito adquirido a regime jurídico de servidor, assim como a reforma da Previdência teve regras de transição, na minha visão, o ideal é fazer essas regras na administrativa” — opinou.

Larissa Benevides, assessora jurídica do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (Fonacate), comentou que a PEC já mexe em regras para os atuais servidores, em pontos como pagamento de verbas indenizatórias e demissão.

 

“A gente consegue pinçar algumas situações que ainda estão escondidas na proposta. E muita coisa ainda dependerá de legislação infraconstitucional, então, a judicialização pode vir daí, das leis editadas após a PEC”, ponderou.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *