Guedes e Tofolli se pronunciam conta redução salarial durante pandemia do coronavírus
[us_image image=”11250″ size=”medium” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseucreditonoclick.com.br%2Fsiape%2Flimites-consignado-siape%2F%3F%26utm_medium%3Dcredito_consignado_banner%26utm_source%3DBannerBlog%26utm_campaign%3Dblog_do_sr_siape%26utm_content%3D500x500_blog_credito_consignado||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-md vc_hidden-lg”][us_separator size=”small”]Em meio as medidas contra o coronavírus, parte do parlamento defende uma redução salarial dos servidores como forma de arrecadar mais recursos. No entanto, o ministro Paulo Guedes, demonstrou não estar a favor desta medida em relação aos servidores.
Durante uma conferência com a XP Investimentos, Guedes afirmou que sempre defendeu a austeridade no funcionalismo, no entanto, este não vê sentido em reduzir os salários dos servidores.
De acordo com Guedes, o melhor caminho neste momento é congelar todos os reajustes salariais e de benefícios por dois ou três anos.
Guedes, destacou durante a conferência que em um momento de crise como este “não faz sentido macroeconomicamente”.
Na ocasião Guedes justificou seu posicionamento: “com os altos índices de desemprego diante da crise em consequência as medidas de prevenção ao covid-19, gerar mais cortes prejudicariam ainda mais a economia”.
“Já que o setor privado foi para o desemprego, foi para o auxílio emergencial, o funcionário público que está em casa, no isolamento, recebendo salário integral, então, pelo menos contribua com o Brasil. Quebra essa espiral de aumentos pelo menos dois, três anos”, declarou Guedes.
Não é a primeira vez que o assunto causa oposição no governo diante de um tema tão polêmico. Contudo, representantes do setor público apoiam a linha de raciocínio de Guedes neste momento.
No fim da semana passada, Rodrigo Maia voltou a dar destaque sobre o assunto anunciando que a proposta de redução salarial avançaria no parlamento. A promessa é que os salários dos deputados e senadores também seriam incluídos.
A principal justificativa dos parlamentares é que esta medida é necessária, para que haja verba o bastante que subsidie as ações contra o covid-19.
Por fim, o presidente da câmara acabou voltando atrás, após uma conversa com Dias Toffoli presidente do STF. O magistrado comunicou os integrantes da FRENTAS que o presidente da Câmara firmou compromisso do Parlamento em não levar essa ideia adiante.
Mesmo após este acordo, diversos parlamentares continuam defendendo a tese de que os salários dos servidores devem ser reduzidos. Neste momento, ainda não sabemos se Maia cumprira o acordo, mas inda há esperança para os servidores.










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