Redução salarial de servidores: Bolsonaro não aprova e Guedes quer congelar por 2 anos.
[us_image image=”11446″ size=”medium” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseucreditonoclick.com.br%2Fsiape%2Fcalculadora%2F%3F%26utm_medium%3Demprestimo_banner%26utm_source%3DBannerBlog%26utm_campaign%3Dblog_do_sr_siape%26utm_content%3D500x500_blog_emprestimo||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-md vc_hidden-lg”][us_separator size=”small”]No ministério da economia, Paulo Guedes defendeu a redução salarial dos servidores públicos por dois anos, em decorrência da pandemia do COVID-19. Durante está crise o presidente Bolsonaro descarta e não aceita falar sobre isso.
Neste domingo dia 05/04/2020 foi realizada uma videoconferência com deputados do DEM. O ministro teria dito que o setor público precisa dar o exemplo durante a pandemia, e para isso seria preciso o congelamento dos salários por pelo menos 2 anos.
Ministro Guedes, a medida tomada perante a economia seria uma medida igual á de diminuir salários sem o risco de gerar uma deflação. A equipe econômica chegou a elaborar uma proposta de emenda à constituição (PEC) para cortar 25% os vencimentos do funcionalismo, com proporcional redução da jornada de trabalho.
O presidente Bolsonaro não concorda em tratar essa medida tomada segundo o ministro. “Há risco deflacionário, portanto, não devemos cortar salários de funcionários públicos”, revelou Guedes aos parlamentares do DEM.
Quem estava presente na videoconferência com Guedes e os deputados federais do DEM Efraim Filho (PB), Kim Kataguiri (SP), Pedro Paulo (RJ), Pedro Lupion (PR) e Alexandre Leite (SP), entre outros participantes. O presidente Rodrigo Maia da câmera não teve participação na videoconferência.
O que vai ser dos servidores nesta crise de pandemia que afeta todos os setores do Brasil e do mundo?










